sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Andorinhas

  E depois de tanto tempo, me peguei pensando em você.
  Não era um bom dia, e não sei bem o porquê, mas me bateu uma saudade, de uma coisa que sei, é impossível. Da convivência um tanto conturbada, mas que por um momento, me faltou ao coração.
  Só pensava que poderia te ver. De repente, para me emprestar uma calam que no momento me é necessária, mas que por diversos fatores, escapam pelos meus dedos, tal qual a areia, escoam pelo vão.
  Senti falta de sua atenção, por vezes, provocações. Da admiração que eu sentia sobre, acho que mais do que você era, do que poderia ser, meu, mas não poderia, e nem será.
  Da calma que você me transmitia ao falar, conhecimento, também.
  É tão estranho pensar em você agora, porque, do jeito que fala, parece até que você morreu... E de certa maneira, morreu... Continua vivo, mas longe de mim, você não existe mais... Para mim...
  E por isso que hoje me vem você no meu pensamento e posso dizer que isso me dói.., Uma falta doída, por sentir saudade de você, de suas palavras, do seu jeito, do que poderia ser, mas que nunca será.
  Sentir saudade de você, é sentir saudade do que foi e do que eu gostaria que fosse e sei, nunca poderá ser... É estranho, vejo andorinhas através da minha janela.

O segredo de seus olhos

  Seus olhos, um vitral, o mais agradabilíssimo de se ver.   Seus olhos, um mistério, o que eu mais gostaria de entender.   Seus olhos,...