quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Jogo da metáfora

Não escrevo porque tenho meta
Escrevo porque preciso colocar para fora
Sentimentos, pensamentos, dores e alegrias

Não escrevo da boca para fora
Meu sentimentos, sim, têm meta
Pretendem mostrar beleza, por muitos, esquecida

A beleza que enxergo assim vai para fora
Seguindo sua meta, emprestando vida  sonhos
Para as pessoas que se esqueceram-na em algum lugar

Coisas de criança, magia que se perdera
Vida escondida, reviver a delicadeza
Sonhos que tivemos, abandonar a atual aspereza

Jogar as antigas metas fora e buscar um novo caminho
Atingir as antigas metas, alcançar o infinito
Com olhos de criança, enxergar um mundo mais bonito

O Retrato

  Era um olhar encantador.   Uma candura na forma de rosto de menina, de mulher, que conseguia esconder bem, todos os seus segredos. Era ...